Mostrando postagens com marcador CGTB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CGTB. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Centrais sindicais retomam mobilização

Reunidas nesta manhã de sexta-feira na sede da Força Sindical, cinco centrais sindicais (CTB, Força, UGT, Nova Central e CGTB) definiram uma proposta de calendário de mobilização para o primeiro semestre. A ideia é realizar eventos que tenham como centro a luta pelo desenvolvimento e a valorização do trabalho.

A primeira atividade, a ser realizada em março, prevê uma grande manifestação de massa na Av. Paulista, aglutinando os movimentos sociais e setores produtivos, com a bandeira de "Desenvolvimento com menos juros, mais emprego e salário".

Posteriormente, deve ser realizada uma marcha de sindicalistas para Brasília e um grande 1º de Maio Unificado, para colocar no centro do debate político nacional a agenda dos trabalhadores. Unidade com base em uma plataforma unificada é essencial para que os trabalhadores façam valer suas demandas.

Enquanto isso, a CUT, uma vez mais, se afasta das mobilizações unitárias e dá um passo em falso: prefere fazer coro com o DEM, que ingressou com uma representação no Supremo Tribunal Federal questionando o reconhecimento formal das centrais sindicais e suas fontes de sustentação.

Em carta endereçada aos ministros do STF, a CUT disse que não tem nada contra a legalização das centrais sindicais, mas reforça a posição do DEM no sentido de cortar o repasse de 10% da contribuição sindical para elas. A quem serve essas posições?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dia de mobilizações das centrais sindicais

A CTB participou da manifestação em Brasília, nesta quarta-feira, dia 6, junto com a Força Sindical, Nova Central, UGT e CGTB. A CUT optou por realizar atos próprios em diversos estados, apesar da pauta, em essência, ser a mesma.

Novas manifestações ocorrerão ao longo do mês de julho, todas elas em defesa da redução da jornada de trabalho para quarenta horas semanais, fim do fator previdenciário, regulamentação das terceirizações, pela aprovação das convenções 151 e 158 da OIT, pela reforma agrária, etc.

O ato final, nesta fase, será dia 3 de agosto, quarta-feira, às 10 horas, em frente ao Estádio do Pacaembu. A expectativa é de que 100 mil trabalhadores participem dessa manifestação, que deve seguir em passeata até a Assembleia Legislativa.

O único item pendente é a necessidade de se restabelecer a unidade das centrais sindicais. É legítimo que cada organização tenha sua pauta própria. O que não parece adequado para atual conjuntura é considerar demandas específicas de central um obstáculo intransponível para a mobilização unitária.

terça-feira, 28 de junho de 2011

CGTB e UGT realizam congressos

Duas centrais sindicais do Brasil, a CGTB  e a UGT, realizam congressos no próximo mês de julho. A CGTB fará o seu VI Congresso de 7 a 9 de julho, no Moinho Santo Antônio, na Móoca, São Paulo. A UGT, por seu lado, realiza o seu II Congresso de 14 a 16 de julho, no Anhembi, também em São Paulo.

São eventos sindicais importantes. Fortalecem a organização de cada uma delas, amplia o debate sobre temas candentes do sindicalismo nacional e com certeza cimentarão uma trajetória de forte unidade que tem marcado a atuação das centrais sindicais no Brasil.

O país tem seis centrais sindicais, legalizadas no governo Lula. Além do reconhecimento formal, importante vitória democrática, o fato mais positivo a ser sempre enfatizado é a grande unidade das centrais em defesa de uma agenda comum para os trabalhadores brasileiros.

O ponto alto da unidade foi a realização da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho de 2010, no estádio do Pacaembu. Essa nova Conclat aprovou uma Agenda que serve de base para a luta em defesa de um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho.

Os atos unificados de 1º de maio e o calendário de mobilizações unitárias, a começar pelo ato de Brasília no próximo dia 6 de julho, consolidam a unidade e abrem novas perspectivas para o dsenvolvimento das lutas e conquistas dos trabalhadores brasileiros.

Ponto fora da curva nesse último período tem sido a insistência da CUT em privilegiar uma agenda própria e mobilizações isoladas, abrindo uma indesejável brecha na unidade do Fórum das Centrais. Para o bem dos trabalhadores brasileiros, espera-se que a carreira solo da CUT não dure muito tempo.

Bom congresso para a CGTB e UGT!