Reunidas nesta manhã de sexta-feira na sede da Força Sindical, cinco centrais sindicais (CTB, Força, UGT, Nova Central e CGTB) definiram uma proposta de calendário de mobilização para o primeiro semestre. A ideia é realizar eventos que tenham como centro a luta pelo desenvolvimento e a valorização do trabalho.
A primeira atividade, a ser realizada em março, prevê uma grande manifestação de massa na Av. Paulista, aglutinando os movimentos sociais e setores produtivos, com a bandeira de "Desenvolvimento com menos juros, mais emprego e salário".
Posteriormente, deve ser realizada uma marcha de sindicalistas para Brasília e um grande 1º de Maio Unificado, para colocar no centro do debate político nacional a agenda dos trabalhadores. Unidade com base em uma plataforma unificada é essencial para que os trabalhadores façam valer suas demandas.
Enquanto isso, a CUT, uma vez mais, se afasta das mobilizações unitárias e dá um passo em falso: prefere fazer coro com o DEM, que ingressou com uma representação no Supremo Tribunal Federal questionando o reconhecimento formal das centrais sindicais e suas fontes de sustentação.
Em carta endereçada aos ministros do STF, a CUT disse que não tem nada contra a legalização das centrais sindicais, mas reforça a posição do DEM no sentido de cortar o repasse de 10% da contribuição sindical para elas. A quem serve essas posições?
Opiniões, comentários e notas sobre política, sindicalismo, economia, esporte, cultura e temas correlatos.
Mostrando postagens com marcador CUT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CUT. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Questão industrial no Brasil
Nesta quarta-feira, 13 de julho, a direção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) recebeu uma delegação de dirigentes sindicais para discutir a desindustrialização no Brasil. Os deputados federais Paulinho da Força, Sandro Mabel e Vicentinho também participara da reunião.
O objetivo do encontro foi promover uma discussão capaz de construir um consenso em torno de um problema que afeta tanto o setor produtivo industrial quanto os trabalhadores: a perda relativa do peso da indústria na economia nacional e o vertiginoso crescimento da importação de produtos industrializados.
Uma avaliação madura desse problema deve levar em consideração que a relação conflituosa entre capital e trabalho não pode servir de obstáculo para uma luta mais imediata: o desenvolvimento do Brasil pressupõe um modelo de crescimento que tem na indústria um pilar estratégico.
Não é demais sublinhar que a Agenda da Classe Trabalhadora, aprovada por consenso na Conclat de 1º de junho de 2010, elegeu a luta por um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho como base para a luta do sindicalismo nacional na atual etapa histórica do país.
Nesse contexto, para além das divergências e posições diferentes entre a agenda trabalhista defendida pelas centrais e a chamada modernização das relações trabalhistas pregada pela liderança industrial, há um amplo campo consensual que permite um entendimento político em defesa da indústria e do trabalhador.
A agenda comum deve incorporar: mudanças na política macroeconômica, em especial no juro alto e no câmbio sobrevalarizado, fortes investimentos em infraestrutura e inovação, medidas seletivas de proteção da indústria nacional e reforma tributária entre outras medidas, podem dar um salto na competitividade industrial brasileira.
A reunião realizada na CNI veio na esteira do grande ato realizado em São Paulo pelos metalúrgicos de São Paulo e do ABC. Três resoluções amarraram os encaminhamentos: reuniões bimestrais com os mesmos participantes, com pauta mais definida, realização de uma audiência pública na Câmara Federal com trabalhadores, empresários e governo e medidas para acelerar a votação de uma agenda positiva pró-indústria nacional no Congresso.
O objetivo do encontro foi promover uma discussão capaz de construir um consenso em torno de um problema que afeta tanto o setor produtivo industrial quanto os trabalhadores: a perda relativa do peso da indústria na economia nacional e o vertiginoso crescimento da importação de produtos industrializados.
Uma avaliação madura desse problema deve levar em consideração que a relação conflituosa entre capital e trabalho não pode servir de obstáculo para uma luta mais imediata: o desenvolvimento do Brasil pressupõe um modelo de crescimento que tem na indústria um pilar estratégico.
Não é demais sublinhar que a Agenda da Classe Trabalhadora, aprovada por consenso na Conclat de 1º de junho de 2010, elegeu a luta por um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho como base para a luta do sindicalismo nacional na atual etapa histórica do país.
Nesse contexto, para além das divergências e posições diferentes entre a agenda trabalhista defendida pelas centrais e a chamada modernização das relações trabalhistas pregada pela liderança industrial, há um amplo campo consensual que permite um entendimento político em defesa da indústria e do trabalhador.
A agenda comum deve incorporar: mudanças na política macroeconômica, em especial no juro alto e no câmbio sobrevalarizado, fortes investimentos em infraestrutura e inovação, medidas seletivas de proteção da indústria nacional e reforma tributária entre outras medidas, podem dar um salto na competitividade industrial brasileira.
A reunião realizada na CNI veio na esteira do grande ato realizado em São Paulo pelos metalúrgicos de São Paulo e do ABC. Três resoluções amarraram os encaminhamentos: reuniões bimestrais com os mesmos participantes, com pauta mais definida, realização de uma audiência pública na Câmara Federal com trabalhadores, empresários e governo e medidas para acelerar a votação de uma agenda positiva pró-indústria nacional no Congresso.
sábado, 9 de julho de 2011
Emprego e desindustrialização
Os sindicatos dos Metalúrgicos do ABC (principal entidade da CUT no Brasil) e de São Paulo (principal entidade da Força Sindical) realizaram nesta sexta-feira, 8, uma grande manifestação com cerca de 30 mil trabalhadores.
O ato unitário dos dois sindicatos, que chegou a parar a Via Anchieta (estrada que liga São Paulo ao litoral sul paulista) expôs um dramático problema que atinge a economia do país: a perda de espaço da indústria e, em consequência, a diminuição dos empregos industriais.
Muita coisa se pode falar a respeito dessa manifestação, mas neste espaço destaco algumas questões. Em primeiro lugar, ao contrário do discurso de alguns dirigentes nacionais da CUT, a prática fala mais alto e a unidade nesta e em outras batalhas é fundamental.
Enquanto em plano nacional os cutistas falam que não podem abrir mão de seus "princípios" em troca da unidade, os metalúrgicos do ABC, de longe a mais importante vitrine do sindicalismo da CUT, inauguram uma nova etapa de ação unitária bem no coração da central, o ABC.
Quanto ao mérito da luta, também aí os dois sindicatos acertaram. A perversa combinação de juros altos e câmbio valorizado torna as mercadorias produzidas no país mais caras e, com isso, diversos setores da economia, em particular a indústria, perdem competitividade.
A precoce desindustrialização no Brasil, como muitas vozes vem alertando, pode limitar em demasia o crescimento econômico do país. Exportar commodities e outras mercadorias de baixo valor agregado e importar produtos industrializados é um tiro no pé.
Para os trabalhadores, significa a geração de empregos de baixa remuneração e qualidade inferior. As estatísticas apontam que boa parte dos empregos gerados nos últimos anos se situa na faixa até dois salários mínimos, valor muito baixo e incapaz de sustentar um mercado interno robusto.
A agenda unitária do movimento sindical brasileiro precisa reforçar a luta por profundas mudanças na política macroeconômica e por uma vigorosa política de estímulo à indústria, a principal geradora de empregos qualificados e com salários maiores.
Os juros praticados no Brasil precisam acompanhar a média dos países de economia mais avançada e a política cambial não pode flutuar livremente de acordo com os interesses especulativos do setor financeiro. O câmbio precisa ser uma alavanca para aumentar, e não diminuir, a competitividade industrial do país.
A nossa presidenta Dilma Rousseff, até o momento, não tomou iniciativas importantes para desarmar essa armadilha que impede o deslanche da economia nacional. A expectativa é de que ela aprofunde as mudanças e não se limite a fazer mais do mesmo nesta área sensível para o futuro do país.
O ato unitário dos dois sindicatos, que chegou a parar a Via Anchieta (estrada que liga São Paulo ao litoral sul paulista) expôs um dramático problema que atinge a economia do país: a perda de espaço da indústria e, em consequência, a diminuição dos empregos industriais.
Muita coisa se pode falar a respeito dessa manifestação, mas neste espaço destaco algumas questões. Em primeiro lugar, ao contrário do discurso de alguns dirigentes nacionais da CUT, a prática fala mais alto e a unidade nesta e em outras batalhas é fundamental.
Enquanto em plano nacional os cutistas falam que não podem abrir mão de seus "princípios" em troca da unidade, os metalúrgicos do ABC, de longe a mais importante vitrine do sindicalismo da CUT, inauguram uma nova etapa de ação unitária bem no coração da central, o ABC.
Quanto ao mérito da luta, também aí os dois sindicatos acertaram. A perversa combinação de juros altos e câmbio valorizado torna as mercadorias produzidas no país mais caras e, com isso, diversos setores da economia, em particular a indústria, perdem competitividade.
A precoce desindustrialização no Brasil, como muitas vozes vem alertando, pode limitar em demasia o crescimento econômico do país. Exportar commodities e outras mercadorias de baixo valor agregado e importar produtos industrializados é um tiro no pé.
Para os trabalhadores, significa a geração de empregos de baixa remuneração e qualidade inferior. As estatísticas apontam que boa parte dos empregos gerados nos últimos anos se situa na faixa até dois salários mínimos, valor muito baixo e incapaz de sustentar um mercado interno robusto.
A agenda unitária do movimento sindical brasileiro precisa reforçar a luta por profundas mudanças na política macroeconômica e por uma vigorosa política de estímulo à indústria, a principal geradora de empregos qualificados e com salários maiores.
Os juros praticados no Brasil precisam acompanhar a média dos países de economia mais avançada e a política cambial não pode flutuar livremente de acordo com os interesses especulativos do setor financeiro. O câmbio precisa ser uma alavanca para aumentar, e não diminuir, a competitividade industrial do país.
A nossa presidenta Dilma Rousseff, até o momento, não tomou iniciativas importantes para desarmar essa armadilha que impede o deslanche da economia nacional. A expectativa é de que ela aprofunde as mudanças e não se limite a fazer mais do mesmo nesta área sensível para o futuro do país.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Dia de mobilizações das centrais sindicais
A CTB participou da manifestação em Brasília, nesta quarta-feira, dia 6, junto com a Força Sindical, Nova Central, UGT e CGTB. A CUT optou por realizar atos próprios em diversos estados, apesar da pauta, em essência, ser a mesma.
Novas manifestações ocorrerão ao longo do mês de julho, todas elas em defesa da redução da jornada de trabalho para quarenta horas semanais, fim do fator previdenciário, regulamentação das terceirizações, pela aprovação das convenções 151 e 158 da OIT, pela reforma agrária, etc.
O ato final, nesta fase, será dia 3 de agosto, quarta-feira, às 10 horas, em frente ao Estádio do Pacaembu. A expectativa é de que 100 mil trabalhadores participem dessa manifestação, que deve seguir em passeata até a Assembleia Legislativa.
O único item pendente é a necessidade de se restabelecer a unidade das centrais sindicais. É legítimo que cada organização tenha sua pauta própria. O que não parece adequado para atual conjuntura é considerar demandas específicas de central um obstáculo intransponível para a mobilização unitária.
Novas manifestações ocorrerão ao longo do mês de julho, todas elas em defesa da redução da jornada de trabalho para quarenta horas semanais, fim do fator previdenciário, regulamentação das terceirizações, pela aprovação das convenções 151 e 158 da OIT, pela reforma agrária, etc.
O ato final, nesta fase, será dia 3 de agosto, quarta-feira, às 10 horas, em frente ao Estádio do Pacaembu. A expectativa é de que 100 mil trabalhadores participem dessa manifestação, que deve seguir em passeata até a Assembleia Legislativa.
O único item pendente é a necessidade de se restabelecer a unidade das centrais sindicais. É legítimo que cada organização tenha sua pauta própria. O que não parece adequado para atual conjuntura é considerar demandas específicas de central um obstáculo intransponível para a mobilização unitária.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A carreira solo da CUT
O presidente nacional da CUT, o eletricitário Artur Henrique, deu um choque no movimento sindical brasileiro ao afirmar que a sua central é diferente de todas as outras, razão pela qual ele propõe o divórcio com o fórum das centrais.
O curto-circuito provocado pelas declarações do dirigente máximo da central petista tensionou seus colegas de direção. Em socorro às teses isolacionistas de Artur Henrique, três dirigentes cutistas (Rosane Silva, Rosana Souza e Dary Beck Filho) dizem que quem divide são as outras cinco centrais, não a CUT.
No esforço inaudito para dar robustez a seus argumentos falaciosos, os três dirigentes sobem no trio elétrico do divisionismo e com notória jactância proclamam que a CUT é diferente porque é forte... Quanta profundidade teórica, quanta lucidez analítica!
Os três mosqueteiros da CUT, em artigo postado no portal da entidade, desembainham a espada e, só agora!, afirmam que as alianças prioritárias da central serão com os movimentos sociais (petistas) e que não vão abrir mão dos sacrossantos princípios da CUT para manter a unidade do sindicalismo brasileiro.
Por último, para dar uma pitada anticomunista ao artigo, os citados dirigentes da CUT fazem uma leitura unilateral da história recente do sindicalismo brasileiro. Afirmam, como se fossem donos da verdade, que o PT sempre esteve do lado certo do movimento sindical, ao contrário dos comunistas.
Certo, para eles, é defender a revogação do artigo 8º da Constituição e, com isso, acabar com a unicidade e a contribuição sindical. Certo para eles é, em nome dos "princípios cutistas", recusar-se a fazer alianças com as demais correntes do sindicalismo nacional.
Uma análise desapaixonada da atual conjuntura aponta em outra direção.A base para a unidade do sindicalismo brasileiro já foi construída - a aprovação, em junho de 2010, da Agenda da Classe Trabalhadora, com a participação importante da própria CUT.
A defesa do desenvolvimento nacional, com democracia, soberania e valorização do trabalho, é o caminho justo para se avançar nas mobilizações e conquistas para os trabalhadores brasileiros. Os atos unitários de 1º de maio e as mobilizações conjuntas já marcadas para este segundo semestre são exemplos disso.
Por tudo isso, é de se aguardar que as cabeças mais lúcidas da CUT revejam esses últimos encaminhamentos da central e contribuam, com sua presença, no necessário esforço para dar maior força à luta dos trabalhadores brasileiros.
O curto-circuito provocado pelas declarações do dirigente máximo da central petista tensionou seus colegas de direção. Em socorro às teses isolacionistas de Artur Henrique, três dirigentes cutistas (Rosane Silva, Rosana Souza e Dary Beck Filho) dizem que quem divide são as outras cinco centrais, não a CUT.
No esforço inaudito para dar robustez a seus argumentos falaciosos, os três dirigentes sobem no trio elétrico do divisionismo e com notória jactância proclamam que a CUT é diferente porque é forte... Quanta profundidade teórica, quanta lucidez analítica!
Os três mosqueteiros da CUT, em artigo postado no portal da entidade, desembainham a espada e, só agora!, afirmam que as alianças prioritárias da central serão com os movimentos sociais (petistas) e que não vão abrir mão dos sacrossantos princípios da CUT para manter a unidade do sindicalismo brasileiro.
Por último, para dar uma pitada anticomunista ao artigo, os citados dirigentes da CUT fazem uma leitura unilateral da história recente do sindicalismo brasileiro. Afirmam, como se fossem donos da verdade, que o PT sempre esteve do lado certo do movimento sindical, ao contrário dos comunistas.
Certo, para eles, é defender a revogação do artigo 8º da Constituição e, com isso, acabar com a unicidade e a contribuição sindical. Certo para eles é, em nome dos "princípios cutistas", recusar-se a fazer alianças com as demais correntes do sindicalismo nacional.
Uma análise desapaixonada da atual conjuntura aponta em outra direção.A base para a unidade do sindicalismo brasileiro já foi construída - a aprovação, em junho de 2010, da Agenda da Classe Trabalhadora, com a participação importante da própria CUT.
A defesa do desenvolvimento nacional, com democracia, soberania e valorização do trabalho, é o caminho justo para se avançar nas mobilizações e conquistas para os trabalhadores brasileiros. Os atos unitários de 1º de maio e as mobilizações conjuntas já marcadas para este segundo semestre são exemplos disso.
Por tudo isso, é de se aguardar que as cabeças mais lúcidas da CUT revejam esses últimos encaminhamentos da central e contribuam, com sua presença, no necessário esforço para dar maior força à luta dos trabalhadores brasileiros.
terça-feira, 28 de junho de 2011
CGTB e UGT realizam congressos
Duas centrais sindicais do Brasil, a CGTB e a UGT, realizam congressos no próximo mês de julho. A CGTB fará o seu VI Congresso de 7 a 9 de julho, no Moinho Santo Antônio, na Móoca, São Paulo. A UGT, por seu lado, realiza o seu II Congresso de 14 a 16 de julho, no Anhembi, também em São Paulo.
São eventos sindicais importantes. Fortalecem a organização de cada uma delas, amplia o debate sobre temas candentes do sindicalismo nacional e com certeza cimentarão uma trajetória de forte unidade que tem marcado a atuação das centrais sindicais no Brasil.
O país tem seis centrais sindicais, legalizadas no governo Lula. Além do reconhecimento formal, importante vitória democrática, o fato mais positivo a ser sempre enfatizado é a grande unidade das centrais em defesa de uma agenda comum para os trabalhadores brasileiros.
O ponto alto da unidade foi a realização da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho de 2010, no estádio do Pacaembu. Essa nova Conclat aprovou uma Agenda que serve de base para a luta em defesa de um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho.
Os atos unificados de 1º de maio e o calendário de mobilizações unitárias, a começar pelo ato de Brasília no próximo dia 6 de julho, consolidam a unidade e abrem novas perspectivas para o dsenvolvimento das lutas e conquistas dos trabalhadores brasileiros.
Ponto fora da curva nesse último período tem sido a insistência da CUT em privilegiar uma agenda própria e mobilizações isoladas, abrindo uma indesejável brecha na unidade do Fórum das Centrais. Para o bem dos trabalhadores brasileiros, espera-se que a carreira solo da CUT não dure muito tempo.
Bom congresso para a CGTB e UGT!
São eventos sindicais importantes. Fortalecem a organização de cada uma delas, amplia o debate sobre temas candentes do sindicalismo nacional e com certeza cimentarão uma trajetória de forte unidade que tem marcado a atuação das centrais sindicais no Brasil.
O país tem seis centrais sindicais, legalizadas no governo Lula. Além do reconhecimento formal, importante vitória democrática, o fato mais positivo a ser sempre enfatizado é a grande unidade das centrais em defesa de uma agenda comum para os trabalhadores brasileiros.
O ponto alto da unidade foi a realização da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho de 2010, no estádio do Pacaembu. Essa nova Conclat aprovou uma Agenda que serve de base para a luta em defesa de um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho.
Os atos unificados de 1º de maio e o calendário de mobilizações unitárias, a começar pelo ato de Brasília no próximo dia 6 de julho, consolidam a unidade e abrem novas perspectivas para o dsenvolvimento das lutas e conquistas dos trabalhadores brasileiros.
Ponto fora da curva nesse último período tem sido a insistência da CUT em privilegiar uma agenda própria e mobilizações isoladas, abrindo uma indesejável brecha na unidade do Fórum das Centrais. Para o bem dos trabalhadores brasileiros, espera-se que a carreira solo da CUT não dure muito tempo.
Bom congresso para a CGTB e UGT!
Assinar:
Postagens (Atom)