terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Centrais Sindicais

O balanço do dia 3 de fevereiro do Ministério do Trabalho e Emprego sobre o processo de regularização das filiações dos sindicatos , apontava os seguintes números:

1)Cut 1636 filiações (38%); 2)Força Sindical 936 (22%); 3)Nova Central 602 (14%); 4)UGT 530 (12%); 5) CTB 248 (6%) e 6) CGTB 235 (5%). Há 123 outras filiações de organizações menores.

Revendo posição anterior e se curvando à realidade, a Conlutas quer se juntar à Intersindical para, segundo eles, "a conquista do reconhecimento como Central de Trabalhadores perante o Estado".

Estes números representam o total de entidades sindicais, mas não apresentam dois dados fundamentais: a quantidade de trabalhadores que cada uma representa e o total de trabalhadores sindicalizados de cada central sindical.

A CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - tem mais de 530 entidades filiadas, mas parte delas com pendências com o MTE. A prioridade da central para esse período é a ampliação da filiação em todos os estados e regularização das CTBs estaduais.

Neste ano de 2009, está definido o seguinte calendário para a CTB: até abril definição dos critérios de participação no Congresso e elaboração da tese; de junho a agosto, realização dos encontros estaduais (pauta básica: preparação para congresso nacional, eleição da nova direção ou ratificão da direção eleita anteriormente, definição do plano de organização da CTB no Estado, plano de lutas); 18 a 21 de setembro: realização do Congresso; 22 a 24 de setembro: Encontro "Nuestra América", com centrais sindicais classistas da América Latina e Caribe.

Na agenda, um dado importante: o congresso da Contag, em março deste ano.

Um comentário:

  1. Una de las peores expresiones del capitalismo – el neoliberalismo – dejó a nuestros pueblos con enormes desigualdades, pobreza y exclusión social. El escenario social y político fue profundamente alterado. Sus implicaciones en términos de empleo y condiciones de trabajo dejaron a miles de hombres y mujeres en situación de emergencia social, obligándolos a subsistir aún en las peores condiciones.

    Soy brasileña, pero tengo un blog en español sobre este tema. Si te gustaría mirar: http://economiainformal.csa-csi.org/

    ¡Saludos!

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